Afinal, MEI precisa de contabilidade?
Podemos ver que com a crise atual e pessoas buscando constantemente pelo empreendedorismo, o número de Microempreendedores Individuais (MEI) aumentar cada vez mais no nosso país. São empresas que não são obrigadas a ter uma contabilidade, mas sem o auxilio de um profissional, podem correr serios riscos.
Para entender melhor, o MEI nada mais é do que um profissional autônomo. E com o CNPJ, ele tem facilidades como a abertura de conta bancária, pedido de empréstimos e também a emissão de notas fiscais, além de ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.
Para ser MEI o empreendedor deve seguir algumas regras, entre elas, a atividade precisa estar na lista oficial da categoria, precisa faturar até R﹩ 81.000,00 por ano ou R﹩ 6.750,00 por mês e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.
Vemos que há uma simplicidade no regime tributário do MEI, o que muitos empresários entendem não existir necessidade de uma contabilidade, ja que os impostos são recolhidos em valores fixos e mensais (DAS-PGMEI) e informados na Declaração anual do MEI.
É aí que nasce um grande risco para o empreendedor, analisando pelo fato de que sem uma escrituração contábil, pode gerar imposto alto para a PF do titular, baseando-se no lucro comprovado do MEI.
Com o auxilio de um profissional contábil e mantendo a escrituração em dia, o MEI pode distribuir o lucro auferido no ano, sem quaisquer tributação do Imposto de Renda na Pessoa Física.
Fica clara então a necessidade dessas empresas se planejarem e buscarem por suportes de uma contabilidade, isso proporcionar a elas uma total distinção em relação a carga tributária caso o microempresário individual tenha que declarar imposto de renda pessoa física.





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